quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Real Museu das Forças Armadas: Exposição Permanente



REAL MUSEU DAS FORÇAS ARMADAS
Fundado em 2005
Rua de Alfama, n.º 1 - Cidade da Corte de Lisboa

Bem vindo ao Real Museu das Forças Armadas, localizado na cidade de Lisboa, no Reino Unido de Portugal e Algarves.

As Reais Forças Armadas Portuguesas nasceram em 22 de Junho de 2002, juntamente com a restauração do Reino Unido e no espírito da Revolução Filosófica.
Neste museu encontrará muita da tradição militar micronacional portuguesa-algarvia, como por exemplo os estandartes das suas unidades, uma galeria com os seus comandantes, as suas condecorações, fardamentos.


Encontrará também informação acerca da missão das Reais Forças Armadas, que encerram em si várias competências na estrutura da Defesa e da Segurança Nacional.


2005-2018, Reino Unido de Portugal e Algarves, Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra.


A SALA DOS ESTANDARTES

Os Estandartes regimentais e de batalhão começaram por ser aquele elemento de identificação que, no calor na batalha, indicava onde estava o comandante. Hoje em dia, e no ambiente micronacional, identificam, como dantes, quem seguir para que as missões atribuídas sejam efectivamente cumpridas.
Nesta sala poderá descobrir os vários estandartes militares, de comando ou regimentais, que indicam o comprometimento dos homens e mulheres no esforço de Defesa Nacional.

Estado Maior General das Reais Forças Armadas
Este é o comando das Reais Forças Armadas, directamente abaixo do Ministério da Defesa. O brasão faz apelo à herança militar advinda da Batalha de Aljubarrôta, nomeadamente através da cruz normalmente atribuida ao Condestável D. Nuno Alvares Pereira.
O Estandarte leva as cores da dinastia real D'Feitos, negro e dourado, com a adição da cor vermelha, indicativa do alto comando representado.

Estado Maior da Real Força Aérea
Com um brasão indicando o leão dinástico alado, este estandarte é representativo do comando máximo da Real Força Aérea. Note-se o coronel aeronaútico encimando o brasão.
Juntamente com a cores dinásticas, o negro e o dourado, temos ainda o símbolo do comando aeronautico, as asas douradas com um glaudio. A emoldurar o estandarte interior, temos a cor azul celeste, para identificar a natureza aeronautica do comando.

Preboste General
Este estandarte contém o brasão deste comando, siginificando o papel de reforço da união dentro das forças armadas, assim como a segurança pelo qual o Preboste-General é responsável.
Como em todos os outros estandartes de comando, estão presentes as cores da dinastia real, o negro e o dourado.

Comando de Engenharia
O estandarte do COMENG comporta todos os elem,entos que se podem encontrar em qualquer estandarte de comando: o brasão e as cores dinásticas.
Note-se o pormenor da cor que emoldura o estandarte interior, vermelho, que em conjunto com o negro, representa as cores tradicionais da engenharia militar portuguesa.

Real Academia Militar de Coimbra
Para lá das tradicionais cores dinásticas, auri-negra, note-se o pormenor do lema "Devoção, Sapiência", inserido no estandarte.
A cor púrpura indica os serviços auxiliares, neste caso um estabelecimento de ensino e investigação.

Governo Militar da India
Contando com as cores dinásticas de comando, o brasão do governo militar, temos ainda a cor verde que delimita o estandarte superior de qualquer comando territorial.
Este foi o primeiro comando territorial a ser criado nas Reais Forças Armadas.

Regimento de Lanceiros D'El-Rei
Os estandartes regimentais são mais livres na sua concepção, pelo que existe uma maior identificação de unidade.
Note-se a colocação das letras R e L, que tanto poderão significar Regimento, como Lanceiros, como el-Rei. A delimitação fica assim impossível, pois tudo está perfeitamente integrado.
As cores dominantes do estandarte são, obviamente, as cores dinásticas da família real, D'Feitos, à qual o regimento é dedicado.

Real Corpo de Fuzileiros da India
O desenho deste estandarte é clássico das unidades navais de infantaria, muito embora a individualidade do RCFI seja mantido através da sua óbvia ligação ao Governo Militar da Índia.
Note-se o coronel naútico que encima o brasão.
A cor tradicional dos fuzileiros é o negro, mas a sua influência não se encontra no brasão., senão no desenho exterior do estandarte.


A Sala dos Retratos

Almirante da Esquadra Dom Felipe D'Feitos, Dom Felipe IV de Portugal e Algarves
Comandante em Chefe das Forças Armadas
(22/6/2002 - )

Almirante Dom Raphael D'Feitos, Infante de Portugal
1.º Comandante das Forças Armadas e 1.º Ministro da Defesa
(15/10/2002- 7/6/2004)


A Sala de Armas

História, Honra e Dever
As Reais Forças Armadas Portuguesas nasceram com a Revolução Filosófica de 2002, que deu origem ao Reino Unido de Portugal e Algarves. Os seus pilares ideológicoa estão consagrados pelas três coroas do símbolo nacional: ORDEM, JUSTIÇA E LIBERDADE.
Até 2003, as Reais Forças Armadas, sob o comando directo do Almirante Dom Raphael D'Feitos, nunca chegaram a estar organizadas no sentido em que estão hoje, mas sempre cumpriram a sua missão, na estrita defesa da ordem constitucional. Os seus efectivos nunca ultrapassaram os dois.
Hoje em dia, as Reais Forças Armadas cresceram e organizaram-se para atingirem níveis maiores de eficácia numa micronação em mudança e crescimento. O respeito pela lei é hoje monitorizado atentamente e todos os oficiais obrigados a cumprir com o seu dever.
É missão actual a vigilância e o apoio à Justiça, a Manutenção da ordem pública;
Garantir a todos a paz e espaço que precisam para crescer cada vez mais democraticamente.

Primeiro Voo da Real Força Aérea
Na foto, um F-4 Phantom, pilotado pelo General Luiz Rosado Costa Halliwell, naquele que foi o primeiro voo da Real Força Aérea.
A actividade da Real Força Aérea está centrada no programa MS Flight Simulator, uma excelente meio de exercer o dever e missão face ao Reino Unido, assim como fonte de divertimento e prazer.
Foto: Estado Maior da Real Força Aérea

Os Ataques Piratas aos Algarves
Em finais de 2003, o cidadão Jorge Guerreiro, hoje General do Exército, fez levantar as Milícias armadas dos Algarves de forma a debelar um ataque às costas do Reino dos Algarves.
Após conseguir repelir este ataque, as Milícias prestaram juramento ao Rei, e desarmaram logo a seguir.
Este terá sido o primeiro acto que acabou por dar origem às Reais Forças Armadas modernas e à sua reorganização. A posteriori, foi desenhado este emblema braçal para comemorar a unidade e os seus esforços para livrar cidadãos das garras de piratas informáticos.

As Forças Armadas - Para Quê?
Ao contrário do se poderia esperar, nós não pretendemos ser umas forças armadas macronacionais, pois não existe tal necessidade numa micronação. Assim, não utilizamos armas como elas são concebidas nas forças armadas tradicionais.

Os nossos combates desenvolvem-se a outros níveis:
- A prevenção e resolução de ataques informáticos aos cidadãos e ao próprio país;
- Manutenção da integridade territorial;
- a defesa da ordem constitucional democrática;
- a manutenção da ordem e segurança pública.

Necessariamente, as armas que utilizamos são diferentes. Vejamos a principal:

Computador
Ferramenta essencial do micronacionalista, é missão das Reais Forças Armadas pugnar pela segurança em-linha de todos os cidadãos, turistas e diplomatas em território nacional. Há-os de todas as formas e feitios, com os mais variados sistemas operativos e com as mais variadas ligações à rede mundial de computadores.
Proteger o seu computador é missão de qualquer cidadão português-algarvio. O bem estar da nação depende do dever cumprido por cada um de nós. De qualquer forma, as Forças Armadas existem também e fundamentalmente para ajudar cada cidadão a evitar e corrigir os problemas no seu computador pessoal.

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